O ex-capitão Adriano da Nóbrega, que estava foragido e morreu após ser alvo de operação policial hoje (9), ligou para seu advogado Paulo Emilio Catta Preta na última semana dizendo ter certeza de que seria morto se a polícia o encontrasse, de acordo com o jornal Folha de S. Paulo.  
Acusado de comandar a mais antiga milícia do Rio de Janeiro e suspeito de integrar um grupo de assassinos profissionais do estado, ele estava foragido havia mais de um ano. 
Adriano também é citado na investigação que apura a prática de “rachadinha” no gabinete na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro do agora senador Flávio Bolsonaro. 
Ele teve duas parentes nomeadas pelo então deputado estadual, de quem já chegou a receber duas homenagens.